Sunday, March 04, 2012

MACCA's JAZZ QUARTET

Paul McCartney
Kisses On The Bottom




By Leonardo Barroso
First of all, this is a JAZZ record, made with top-jazz musicians, great arrangers and the best production team available in the music business.
I think this is the first time Paul McCartney doesn't play any instrument, his only concern is to sing, and the voice couldn't be better. In a blindfold test, my friends weren't able to tell who was the singer, only that he was English, that is a proof of how serious Paul was in a passionate reason to record these standard tunes.
This is my favorite Paul "Macca" McCartney record. The songs are great, all of them well played and sung.
Eric's guitar is just wonderful on "My Valentine", and is the only song you can spot Paul's regular vocals. The other one you can spot Paul is on, the also original, "Only Our Hearts".
A concept album made for valentines on Valentine's Day !
Well McCartney is almost 70 years-old, and after 50 years of great rock and roll success, he has the courage of letting everyone know how much he listened to the songs that his father loved and sang. I got really moved when "Always" by I. Berlin started, a song that I've only heard by my Jazz Icon Bill Evans on the "Trio '64" album. Just great !!!!
Since this is his first jazz record and he did a great job, I really wish he will come back once more, loose a little bit, and deliver one thing he is familiar with: making dreams come true and masterpieces.
Macca's Jazz Quartet:
Paul McCartney - Vocals
Diana Krall - Piano
Robert Hurst - Bass
John Pizzarelli - Guitar
Karriem Riggins - Drums
with: Anthony Wilson, Eric Clapton, Stevie Wonder, Mike Mainieri, Tamir Hendelman, John Clayton, Jeff Hamilton and Bucky Pizzarelli.
Arrangments: Alan Broadbent, Diana Krall, Johnny Mandel
Produced by: Tommy LiPuma

4 comments:

accosta said...

Paul McCartney não traz um jazz quartet em seu novo CD. Nada a ver. A propósito, o CD é fraco. Se é para ficar nessa fronteira imprecisa do pop/jazz lounge é melhor Brian Ferry ou mesmo (argh!) Rod Stewart.
Ainda fosse o Sting...

Augusto Cesar Costa

Amina Khalil said...

Ao se ouvir Paul McCartney, é preciso pensar, antes de tudo, em versatilidade. Sir Paul foi capaz de desafiar o tempo e de surpreender a crítica, ao longo de toda sua carreira, seja com o experimentalismo de Ram ou a eloquência clássica de Liverpool Oratorio . Com Kisses on the Bottom, Paul deixa de lado o compositor – ainda que nos presenteie com duas canções em total sintonia com o resto do repertório selecionado – e assume apenas o lado cantor... algo permitido a alguém que já conquistou seu espaço como monstro sagrado no cenário musical mundial. Algo também inusitado e corajoso, já que Paul se propõe a cantar clássicos do jazz que todos nós gostamos de cantarolar e ouvir ao chegar em casa, dirigir ou mesmo sentar para apreciar um bom vinho. Kisses on the Bottom é uma homenagem ao jazz e aos grandes músicos que fizeram a história do gênero. Mas é uma homenagem sem pretensão cronológica ou histórica. É uma homenagem de um grande músico às músicas que se gosta de ouvir. Mas Macca é Macca. Ele consegue fazer tudo isso com extrema doçura e leveza, de forma bem diferente do que já fizeram outros artistas que se aventuraram pelo gênero, como Rod Stewart (que apesar de também, surpreendente, não se separou do seu estilo pop-rock-romântico, símbolo de sua carreira). A releitura de Inch Worm é comovente, tocante, doce. E ao se ouvir My Valentine não há como duvidar de que o álbum foi feito, mais do que qualquer coisa, para pessoas de corações abertos, apaixonadas pela vida e encantadas pela boa música.

Carolina Rocha said...

Concordo com Amina Khalil. Não se pode falar que um CD de Paul McCartney seja fraco, especialmente em se falando do já considerado melhor artista do século ainda vivo. As músicas escolhidas fazem parte das memórias pessoais e artísticas desse multi-instrumentistas, apresentam coerência com o arsenal de emoções vivido não só pelo homem, como remontam à própria história musical do Jazz. Se a seleção não foi tão óbvia, apta a agradar ouvidos mais simplórios, é porque se trata de pura obra de arte!Coisa digna de Sir Paul!

Unknown said...

Fraco não, fraquíssimo! Uma mistura de pop com tinturas de jazz e country, na tentativa de vender algo palatável e refinado, ao mesmo tempo. Não acredito que seja puramente comercial, porque penso que o velho Macca não esteja tão necessitado. Já a gravdora...